Tribunal do Júri de Arame condena condena dois homens por homicídios e mulher por lesão corporal contra ex-companheira
As sessões foram presididas pelo juiz Rafael de Lima Sampaio Rosa e ocorreram na Câmara de Vereadores do município. Divulgação/CGJ-MA Três julgamentos do ...
As sessões foram presididas pelo juiz Rafael de Lima Sampaio Rosa e ocorreram na Câmara de Vereadores do município. Divulgação/CGJ-MA Três julgamentos do Tribunal do Júri realizados nos dias 7 e 8 de abril, em Arame, no sul do Maranhão, resultaram na condenação de três réus. Duas condenações foram por homicídio e uma por lesão corporal, com penas que chegam a mais de 18 anos de prisão. As sessões foram presididas pelo juiz Rafael de Lima Sampaio Rosa e ocorreram na Câmara de Vereadores do município. O primeiro julgamento, no dia 7, condenou José Pereira Sousa a 16 anos de prisão por matar Antônio Gonçalves Albuquerque e tentar matar Luís Lopes da Silva. O crime aconteceu em 1º de fevereiro de 2004. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias do MA em tempo real e de graça Segundo a denúncia, o assassinato teria sido encomendado por dois homens por causa de três cabeças de gado. Cada executor teria recebido R$ 2 mil. No dia do crime, os envolvidos disseram que iam caçar, mas fizeram uma emboscada. Antônio foi atingido pelas costas e morreu. Luís foi baleado no braço. Na manhã do dia 8, Josean Aureliano foi condenado a 18 anos e nove meses de prisão por matar Edison Ferreira de Brito, no povoado Vila Branca, em 13 de abril de 2025. Veja os vídeos que estão em alta no g1 De acordo com a investigação, os dois estavam ingerindo bebida alcoólica quando a vítima derrubou a bebida do acusado, o que iniciou uma discussão. Após o desentendimento, Edison saiu do local e foi até uma casa próxima. Em seguida, Josean foi até ele e o atingiu com um golpe de faca. A vítima morreu no local. A terceira sessão, que seria no dia 9, foi antecipada para a tarde do dia 8. Claudiana Alves de Araújo foi julgada por tentar matar a ex-companheira em 4 de junho de 2020. Segundo o inquérito, a vítima foi encontrada com vários cortes pelo corpo após uma confusão. A vítima relatou que estava em frente a uma residência quando a ex-companheira pediu a certidão de nascimento do filho. Ao se virar para buscar o documento, foi atingida com um golpe de faca na parte de trás da cabeça. Em seguida, sofreu novos golpes no rosto e no braço. Durante o julgamento, o crime foi desclassificado para lesão corporal. Claudiana foi condenada a 3 anos e 6 meses de reclusão, em regime inicial semiaberto.