Policial militar do CTA é preso suspeito de tentar matar quatro pessoas durante festa no MA
PM é preso suspeito de tentar matar quatro pessoas durante festa no Maranhão
PM é preso suspeito de tentar matar quatro pessoas durante festa no Maranhão
Um policial militar lotado no Centro Tático Aéreo (CTA) foi preso nesse domingo (26), suspeito de tentar matar quatro pessoas em Pastos Bons, a 544 km de São Luís. O crime aconteceu na madrugada de sábado (25), durante uma festa realizada em um lava-jato, em alusão ao tradicional festejo de São Bento.
Um vídeo gravado por uma pessoa que participava do evento mostra o policial, que estava de folga, trocando agressões com outro homem. Nas imagens, várias pessoas tentam separar a briga. Em seguida, o PM saca uma arma e dispara em direção ao grupo. Quatro pessoas foram atingidas.
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Policial militar do CTA é preso suspeito de tentar matar quatro pessoas durante festa no MA
Reprodução/Redes sociais
Segundo a Polícia Civil do Maranhão, as investigações iniciais apontam que o policial efetuou vários disparos após uma confusão no local. O caso começou a ser apurado pela 12ª Delegacia Regional de São João dos Patos.
Após tomar conhecimento do crime, a equipe de plantão ouviu testemunhas, reuniu documentos médicos das vítimas e preservou imagens de câmeras de segurança que podem ajudar a esclarecer o caso.
Com base nos elementos obtidos, a Polícia Civil instaurou um inquérito e pediu a prisão preventiva do suspeito. A medida foi autorizada pela Justiça ainda no sábado, segundo a corporação.
O policial foi preso em Imperatriz durante uma operação conjunta das delegacias regionais de São João dos Patos e de Imperatriz.
Após os procedimentos legais, ele foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Ainda não há informações sobre a motivação do crime e nem a identificação do policial. A Polícia Civil informou que as investigações continuam para esclarecer a dinâmica do caso, as circunstâncias dos disparos e as responsabilidades dos envolvidos.
Procurada pelo g1, a Secretaria de Estado da Segurança Pública do Maranhão não havia se manifestado sobre a conduta do policial até a última atualização desta reportagem.